
One flew over the cucoo's nest can only be described as one of the greatest movies ever. So much bigger than the ward in which the scenes take place, this film is a tribute to all those who rather than go with the flow will row upstream to maintain their sanity.
How do you alter the collective conscience of a bunch of “loonies” who are so sedated chemically and psychologically that they cannot think for themselves? (Apply the same question to society at general, same description applies). The effort needed to shoulder with the powers that be is monumental. Yet if only one, just one, of those loonies, even if he is faking his lunacy to “fit in”, manages to break free as a result of the effort, then that effort is not in vain.
Couple the excellent story with “crazy” - as in brilliant – performances from the actors, many of whom make their debuts, and you have a movie that stands apart.
Depois de um fim-de-semana de vela, Sábado solitário e Domingo com o João (não, não o Semente), confesso que não posso deixar passar sem escrever umas palavritas acerca das aventuras no Tejo.
Como já disse, a saída no Sábado foi solitária, o que aumenta sempre as sensações, desde o sair ao regresso somos presenciados com enumeras tarefas que com um ou mais companheiros parecem menores, mas que a sós necessitam de um esforço, ou talvez atenção, redobrados. Com farto vento, ao ponto do poste que segurava a bandeira ter sido literalmente arrancado do barco, o passeio foi excitante. Nada melhor para nos trazer à realidade depois de mais uma semana fora em trabalho.
Domingo foi um dia preenchido. Começando pela manhã com a falta de uma bandeira, requisito obrigatório para se poder navegar num qualquer porto nacional. Pois após ter comprado o dito icone num quiosque por um preço, que enfim, nem vou mencionar, lá saímos Tejo abaixo com o pouco e fraco vento que havia. E durante a maior parte do dia seria este o seu comportamento. Com a calmaria, deixamo-nos levar com a corrente que estava a vazar.
A certa altura, começamos a avistar uma das boias da entrada da barra e dado o lento andamento causado pela maré, nem pensamos que podessemos estar em rota de collisão. Mas enfim, erro de percepção, pois aos poucos lá nos fomos chegando à dita boia até esta roçar no casco. E diga-se, aquelas boias são bastante pesadas.
Passado este primeiro acontecimento, lá fomos indo mais uma vez com a maré e com o fraco vento que se ia fazendo notar esporadicamente. Para nosso espanto, começamos a avistar golfinhos a escassos metros do barco. Um verdadeiro espectáculo, pois estes brindaram-nos com os seus repetidos saltos, fluidos e harmoniosos. Pena não haver registo fotográfico, mas fica sem dúvida a memória: golfinhos no Tejo.
Tempo também ontem para fundear. Pela primeira vez largou-se o ferro, lá perto do Bugio. Largou-se o segundo também para descargo de consciência. Uma vez convencidos que não estavamos a ser levados pela maré, passamos ao almoço. Também um acontecimento digno de registo, ver o Bugio ali perto, almoço no Tejo.
Depois de almoçados, lá levantamos os ferros, altura em que o suporte do motor fora de bordo se entorta, deixando-nos quase sem meios mecânicos para navegar, o que diga-se, nesta fase de aprendizagem teria sido complicado, pois mesmo já tendo alguma experiência abordo, com falta de vento e sem os remos preparados, teria sido perigoso. Mas enfim, com alguma proeza e uns cabos aqui e ali, lá se conseguiu endireitar o supporte e ter mais uma vez o para já ainda fundamental auxilio motor.
Com o calor abrazador, lá fomos mais uma vez com as velas a abanar, com a maré. A certa altura torna-se de facto deseperante a calmaria. Pensa-se em tudo: esperar que venha o vento, deixar o barco em Cascais pois seria demasiado longe para o motor relativamente fraco nos levar de volta a Belem, esperar que a maré vire e nos ajude a voltar, pensa-se no infinito mar, na noite, pois se esta chegar seria também novidade para nós (navegar á noite).
Mas certo é que, com o entardecer lá se levantou a nortada. E eis que depois de sete horas à deriva, fizemos uma verdadeira corrida de regresso à doca em apenas hora e meia. Com a maré e o vento a ajudar, velas bem afinadas e o zelo de querer chegar mais uma vez a terra.
Caso para dizer, "Porque haveria de ter saudades tuas, ao longo de um claro rio de água doce"...
If you're looking for a typical Munich restaurant to eat at, try the Piatsa on Leopoldstrasse. Its a great greek place that used to have belly-dancing on the tables, plate bashing and Zorba the greek collective dancing. They don't have it anymore because of safety issues, but you can still get good food there.
The hangover? Oh yeah, I've got one today and it sucks. I suppose that's one way of measuring how good the previous night was??!! whatever. It still sucks today.